Vice-líder do Ranking Mundial e única equipe do continente a aparecer entre as 19 melhores do mundo, o Brasil é favorito absoluto a conquistar o título, assegurar a vaga em Los Angeles 2028 e manter sua hegemonia na região. A seleção soma 23 vitórias em 35 edições do Campeonato Sul-Americano e subiu ao topo do pódio em todas as edições disputadas desde 1995.
"É um campeonato muito importante para a gente manter o Brasil sempre no topo do Sul-Americano, mas acho que o foco total mesmo é poder encaminhar a gente já para as Olimpíadas para o ano que vem poder testar ou fazer algumas coisas diferentes", disse a levantadora Roberta. "Vão ser três jogos diretos, um dia de folga e depois dois jogos, a gente sabe que não é fácil, mas a gente tem algo a nosso favor que é jogar em casa. Então, contamos com o Maracanãzinho lotado, e com a energia incrível. Todo jogo é importante e difícil, então vamos respeitar esse campeonato e ir com tudo."
O retorno da ponteira e capitã Gabi é a grande novidade do Brasil no Sul-Americano. Sofrendo com dores na lombar, a jogadora de 32 anos ficou fora da VNL, mas fará parte do elenco à disposição do técnico José Roberto Guimarães no Rio de Janeiro.
"Estou super animada para encontrar a torcida e ver o ginásio lotado no Maracanãzinho," Gabi comentou. "Espero que possamos dar o nosso melhor e buscar essa vaga. O Sul-Americano é sempre um campeonato complicado e vamos precisar muito da energia da torcida para ser o nosso sétimo jogador dentro de quadra."
O time, no entanto, chega ao Sul-Americano com alguns desfalques importantes. Além da central Júlia Kudiess, que se lesionou durante a VNL, a equipe também não contará com a levantadora Macris, que se afastou da seleção durante sua gravidez,
Assim, o elenco brasileiro no Sul-Americano terá as levantadoras Roberta e Vivian, as opostas Rosamaria, Sabrina e Tainara, as ponteiras Ana Cristina, Gabi, Julia Bergmann e Helena, as centrais Diana, Lorena e Luzia e as líberos Marcelle e Nyeme.