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Osasco tentará voltar ao Mundial depois de conquistar o bronze em 2025

Campeão e vice da última edição da Superliga Feminina, Osasco São Cristovão Saúde e SESI Vôlei Bauru representam o Brasil na edição 2026 do Campeonato Sul-Americano de Clubes, que acontece nesta semana em Lima.

Os times paulistas enfrentarão a concorrência de equipes de Bolívia, Chile, Equador, Peru e Uruguai entre quarta e domingo na capital peruana. Além do título, o torneio também coloca em jogo duas vagas no Campeonato Mundial, que acontece em dezembro.

O torneio conta com nove equipes, que foram divididas em três grupos com três integrantes cada. Vão às semifinais os vencedores de cada chave e o melhor segundo colocado.

Campeão continental em 2009, 2010, 2011 e 2012, o Osasco será o primeiro time brasileiro a estrear. Atuais campeãs da Superliga, as paulistas entram em quadra na quarta, às 16h45 de Brasília, para enfrentar o Club Olympic, da Bolívia, na partida de abertura do Grupo B.

Na quinta, o time brasileiro fecha a programação do dia, duelando com o Boston College, do Chile, às 21h30.

"O Sul-Americano é uma competição muito importante, não só pela hegemonia entre os países da América do Sul, mas pela vaga no Mundial," disse a líbero e capitã Camila Brait. "Tivemos a oportunidade de voltar a jogar o maior campeonato do planeta no ano passado, em São Paulo, e conquistamos o terceiro lugar. E queremos mais. Para isso, vamos com tudo em busca da vaga na final e, tomara, o lugar mais alto no pódio."

SESI enfrenta equatorianas e peruanas no Grupo C

De volta ao Sul-Americano depois de ficar de fora da última edição, o SESI enfrentará times do Equador e do Peru no Grupo C. O time venceu o torneio em 2013, quando ainda era baseado em São Paulo.

A estreia acontece na quinta, quando o time paulista duela com o Club Deportivo de Alto Rendimiento, primeira equipe equatoriana a disputar o torneio, às 16h45. Na sexta, o SESI joga contra o peruano Regatas Lima, às 19h.

O Grupo A conta com os peruanos Universidad San Martín, que é treinado pelo brasileiro Guilherme Schmitz, e Alianza Lima, vice-campeão da edição passada, e o uruguaio Club Banco República.

O Brasil é hegemônico no Sul-Americano de Clubes, conquistando 31 ouros e somando 59 medalhas em 38 edições. O país já teve 12 times campeões e deixou de conquistar o título pela última vez em 1988.

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