Brasil Sub 17

Brasil disputou amistosos no Chile antes da estreia (Foto: CBV)

Depois de mais de quatro meses de preparação, a seleção brasileira feminina faz, nesta quinta, sua estreia no Campeonato Mundial Sub-17 de Vôlei em Santiago, no Chile.

A equipe brasileira terá como adversária na primeira partida da competição a seleção da Croácia, em duelo marcado para as 18h de Brasília.

A edição de 2026 é apenas a segunda do Mundial Sub-17. O torneio foi disputado pela primeira vez em 2024, no Peru, e o Brasil terminou na quinta colocação.

Nesta temporada, o elenco brasileiro, que é comandado pelo técnico Marcelo Freitas, o Dentinho, conta com as levantadoras Catarina e Laura Dias, a oposta Sophia Levandoski, as ponteiras Luiza Queiroz, Marina Maccarone, Meilani, Pietra Bastos, Vic Martini e Victoria Gama, as centrais Duda Bender, Isadora Costa e Sofia Arruda e as líberos Carolina Bittencourt e Jordâna.

Na reta final da preparação, a equipe viajou para o Chile no fim de julho e venceu o torneio amistoso Quadrangular Internacional, onde superou a seleção da casa, a Argentina e o Japão.

"O Brasil tem o peso da tradição," disse Dentinho. "E a categoria Sub-17 é a porta de entrada para a seleção nacional, com muitas atletas que estão participando pela primeira vez de uma competição internacional. Temos uma equipe homogênea e versátil, em um grupo no qual qualquer uma das 14 atletas pode estar dentro de quadra."

As 24 seleções participantes do Mundial foram divididas em quatro chaves. O Brasil faz parte do Grupo C e, além da Croácia, jogará contra a Polônia, na sexta, às 15h, a Argentina, no sábado, no mesmo horário, a Espanha, na segunda, às 18h, e o Japão, na terça, às 21h.

Mundial Sub-17 Feminino - Tabela

O Grupo A conta com Chile, Egito, Estados Unidos, Tailândia, Tchéquia e Turquia. Na chave B, estão a atual campeã China, Filipinas, México, Peru, Tunísia e Venezuela. Formam o Grupo D Argélia, Coreia do Sul, Itália, Porto Rico, República Dominicana e Taipé Chinesa.

As quatro melhores seleções de cada chave avançam para a fase eliminatória, que contará com as oitavas e quartas de final, além das semifinais, da final e da disputa de terceiro lugar, no dia 16 de agosto.

"O campeonato conta com muitas equipes competitivas, e a nossa chave é considerada por muitos como a mais difícil," acrescentou o treinador brasileiro. "Japão e Polônia são escolas de muita tradição no voleibol. Croácia e Espanha contam com bons valores, meninas altas e habilidosas, enquanto a Argentina traz a questão da grande rivalidade. Fora do nosso grupo, ainda destaco a presença da seleção dos Estados Unidos, que não participou da primeira edição, o crescimento da Venezuela e as boas gerações da Coreia do Sul e da República Dominicana. Temos que saber jogar taticamente contra cada adversária. Não somos a equipe mais alta, nem a mais forte fisicamente, então vamos trabalhar dentro das qualidades que temos."

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