Além de dar fim à invencibilidade brasileira na competição, o revés também tirou o Brasil do topo da tabela de classificação da VNL. A seleção chegou à segunda semana na liderança com 11 pontos, mas foi ultrapassada pelo Japão, único invicto, que chegou a 14 pontos, e pelos Estados Unidos, que somam 12.
A perda de 13,98 pontos no Ranking Mundial também fez a seleção descer uma posição, indo do terceiro ao quarto lugar com 332,98 pontos - os Estados Unidos agora têm 335,68 e estão atrás de Polônia (374,83) e Itália (372,80).
A partida em Ljubljana marcou ainda a primeira derrota do Brasil para a Ucrânia em jogos oficiais. Antes do encontro desta quarta, as seleções haviam medido forças no Pré-Olímpico de 2023 e na VNL de 2025, com o Brasil levando a melhor no tiebreaker nas duas ocasiões.
O técnico Bernardinho mandou o Brasil à quadra contra a Ucrânia com o levantador Cachopa, o oposto Darlan, os ponteiros Adriano e Lucarelli, os centrais Flávio e Judson e o líbero Maique. Durante o confronto, ele utilizou o levantador Matheus Brasília, o oposto Bryan, os ponteiros Arthur Bento e Honorato, o central Matheus Pinta e o líbero Douglas Pureza.
Apesar da derrota, Darlan, aniversariante do dia, saiu como principal pontuador da partida, com 26 pontos (24 ataques, um bloqueio e um ace). Adriano foi o segundo jogador mais produtivo no lado brasileiro, com 12 pontos (nove ataques e três aces).
"Foi um jogo duro," disse Adriano. "Eles têm um bom time, jogaram muito bem e mereceram vencer. Agora vamos tentar aproveitar o dia livre para nos reorganizar. Vamos encarar este resultado unidos, como um time, e nos preparar para que possamos jogar o nosso melhor no próximo jogo."
Pelo lado ucraniano, o ponteiro Oleh Plotnytskyi, que voltou à seleção na partida desta quarta, foi o principal destaque, com 19 pontos (17 ataques, um bloqueio e um ace). Outro canhoto, o oposto Vasyl Tupchii, veio a seguir com 17 pontos (13 ataques, dois bloqueios e dois aces).